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Processo seletivo interno para Responsável por Disciplinas de graduação e pós-Graduação (1)

December 11, 2018 09:59
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As Diretorias de Ensino de Graduação e de Pós-Graduação, da Vice-presidência de Ensino, abrem processo seletivo interno para cadastro de Responsável de Disciplinas 2019.1. As inscrições vão até 12 de janeiro de 2019.

Entre outras atribuições, o Responsável por Disciplinas deve garantir a validação do banco de questões e a adequação e coerência dos Planos de Ensino, Planos de Aula e Roteiros de Aprendizagem das disciplinas.

Para saber mais detalhes e realizar a inscrição, confira os editais:

Responsável por disciplinas – Graduação

Responsável por disciplinas – Pós-graduação

Fonte: Diretorias de Ensino de Graduação e de Pós-Graduação - VP de Ensino

Processo seletivo para docentes: inscrições abertas para cadastros de conteudistas

November 22, 2018 11:20
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Vai até o dia 25 de novembro o prazo de inscrição para cadastro de conteudistas de Plano de ensino, Planos de aula, Atividade estruturada, Atividade de roteiro de campo e Roteiro híbrido 2019.2. Confira o edital e inscreva-se!

Entre os requisitos para inscrição estão:

• Mínimo de seis meses de docência preferencialmente na Estácio;
• Ter ministrado ou estar alocado na disciplina para a qual está se candidatando;
• Currículo Lattes atualizado;
• Graduação na área da disciplina para a qual está se candidatando ou áreas afins;
• Ter experiência acadêmica na área da disciplina para a qual está se candidatando.

Clique aqui e confira o edital. Para se inscrever, basta fazer cadastro no Sistema de Gestão do Conteudista (SGCON), no link http://conteudista.opaeducacao.com.br/login.html#/.

Em caso de dúvidas, entre em contato com:
Yuri Bandeira – yuri.bandeira@estacio.br
Hannah Pereira – hannah.pereira@estacio.br

Fonte: Diretoria de Serviços Pedagógicos – VP de Ensino

Presidente com Você - Mensagem pelo Dia dos Professores

October 11, 2018 14:49
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“O educador se eterniza em cada ser que ele educa”.

Paulo Freire traduziu em poucas palavras toda a importância que o professor tem na vida de cada um de nós.

O professor nos traz o novo: novos saberes, novos pontos de vista, novas oportunidades, novas escolhas. Mas, em especial, o professor nos dá as ferramentas para multiplicarmos, nós mesmos, os nossos conhecimentos – e daí traçarmos novos caminhos. E cada professor que entra na nossa vida amplia nossas perspectivas e possibilidades.

Meu muito obrigado a você e a todos os professores que inspiram e se eternizam em mais de 500 mil alunos em todo o Brasil.

Parabéns pelo seu empenho e dedicação que permite escrever novas histórias e transformar vidas.

Um grande abraço,
Pedro Thompson

Oportunidade para os professores do Rio de Janeiro atuarem na coordenação de cursos - Atualizado em 7/6

June 7, 2017 15:44
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Professores com pelo menos 12 meses de docência na Estácio, titulação igual ou superior a mestre, desejável na área do curso, que não atue como Coordenador em outra IES e tenha experiência em gestão de pessoas e processos, podem concorrer a uma das vagas disponíveis para atuar na Unesa.

Vagas:

Curso: Nutrição
Tipo: Coordenador Titular
Carga Horária: 10h
Campus: Santa Cruz
RP: 33910

Curso: Psicologia
Tipo: Coordenador Titular
Carga Horária: 10h
Campus: Ilha do Governador
RP: 34216

Curso: Administração
Tipo: Coordenador Titular
Carga Horária: 10h
Campus: Santa Cruz
RP: 34549

Curso: Letras
Tipo: Coordenador Titular
Carga Horária: 10h
Campus: Nova Iguaçu
RP: 34118

Curso: Automação Industrial
Tipo: Coordenador Titular
Carga Horária: 10h
Campus: Sulacap
RP: 33960

Curso: Ciências Contábeis
Tipo: Coordenador Titular
Carga Horária: 10h
Campus: Angra dos Reis
RP: 32430

Requisitos:

  • Ser docente da casa há pelo menos 12 meses;
  • A graduação do candidato deve ser no curso para o qual está se candidatando;
  • Titulação igual ou superior a mestre (desejável na área do curso);
  • Não atuar como Coordenador em outra instituição de ensino;
  • Experiência comprovada em gestão de pessoas e processos.

Principais responsabilidades:

  • Atendimento ao aluno;
  • Elaboração de Atividades Acadêmicas;
  • Planejamento de Atividades Acadêmicas Complementares - AAC;
  • Seleção e Alocação de professores do curso na unidade;
  • Acompanhamento e monitoramento da qualidade do curso sob sua coordenação;
  • Organização didático-pedagógica e da infraestrutura do curso.
  • Coordenar as atividades de planejamento acadêmico;
  • Implementar as políticas e práticas do modelo de ensino;
  • Analisar os principais indicadores acadêmicos, adotando ações de melhoria;

Habilidades:

  • Facilidade de Comunicação, dinamismo e liderança;
  • Habilidade de se relacionar com diferentes níveis hierárquicos;
  • Conhecimento do pacote Office.

Etapas previstas para o processo seletivo:

Oportunidade para os professores do Rio de Janeiro atuarem na coordenação de cursos

May 29, 2017 18:12
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Professores com pelo menos 12 meses de docência na Estácio, titulação igual ou superior a mestre, desejável na área do curso, que não atue como Coordenador em outra IES e tenha experiência em gestão de pessoas e processos, podem concorrer a uma das vagas disponíveis para atuar na Unesa.

Vagas:

Curso: Nutrição
Tipo: Coordenador Titular
Carga Horária: 10h
Campus: Santa Cruz
RP: 33910

Curso: Gestão de RH
Tipo: Coordenador Titular
Carga Horária: 10h
Campus: Ilha do Governador
RP: 34217

Curso: Psicologia
Tipo: Coordenador Titular
Carga Horária: 10h
Campus: Ilha do Governador
RP: 34216

Curso: Enfermagem
Tipo: Coordenador Titular
Carga Horária: 10h
Campus: João Uchôa
RP: 34478

Curso: Administração
Tipo: Coordenador Titular
Carga Horária: 10h
Campus: Santa Cruz
RP: 34549

Curso: Letras
Tipo: Coordenador Titular
Carga Horária: 10h
Campus: Nova Iguaçu
RP: 34118

Curso: Automação Industrial
Tipo: Coordenador Titular
Carga Horária: 10h
Campus: Sulacap
RP: 33960

Curso: Ciências Contábeis
Tipo: Coordenador Titular
Carga Horária: 10h
Campus: Angra dos Reis
RP: 32430

Requisitos:

  • Ser docente da casa há pelo menos 12 meses;
  • A graduação do candidato deve ser no curso para o qual está se candidatando;
  • Titulação igual ou superior a mestre (desejável na área do curso);
  • Não atuar como Coordenador em outra instituição de ensino;
  • Experiência comprovada em gestão de pessoas e processos.

Principais responsabilidades:

  • Atendimento ao aluno;
  • Elaboração de Atividades Acadêmicas;
  • Planejamento de Atividades Acadêmicas Complementares - AAC;
  • Seleção e Alocação de professores do curso na unidade;
  • Acompanhamento e monitoramento da qualidade do curso sob sua coordenação;
  • Organização didático-pedagógica e da infraestrutura do curso.
  • Coordenar as atividades de planejamento acadêmico;
  • Implementar as políticas e práticas do modelo de ensino;
  • Analisar os principais indicadores acadêmicos, adotando ações de melhoria;

Habilidades:

  • Facilidade de Comunicação, dinamismo e liderança;
  • Habilidade de se relacionar com diferentes níveis hierárquicos;
  • Conhecimento do pacote Office.

Etapas previstas para o processo seletivo:

Livro assinado pela professora Solange Pose conta como foi o treinamento dos voluntários que trabalharam nos Jogos do Rio

March 13, 2017 18:02
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Toda experiência do treinamento dos 18 mil voluntários que trabalharam nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016 feito pela Estácio está sendo contada pela professora Solange Pose no livro ‘Olimpíadas 2016 + Professores’.

A publicação será lançada na próxima quarta-feira, dia 15, às 19h, na Livraria da Travessa de Botafogo, Rua Voluntários da Pátria, 97 - Rio de Janeiro.

Docente do curso de Gestão de RH, Solange detalha no livro como escolheu e capacitou 100 professores (80 do Rio de Janeiro e 20 das cidades que sediaram partidas de futebol – Manaus, São Paulo, Brasília, Salvador e Belo Horizonte) para treinar, com sucesso, os voluntários dos Jogos divididos em 600 turmas.

“A experiência foi tão positiva que uma comitiva veio do Japão exclusivamente para assistir ao treinamento de Serviços do Evento (EVS). Esse é um dos legados deixados pelas Olimpíadas”, destaca a professora.

O livro conta com depoimentos de outros docentes que participaram do treinamento. O prefácio foi assinado pelo Reitor da Universidade Estácio de Sá, Ronaldo Mota.

Papel do Educador Contemporâneo

March 7, 2017 09:46
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Como pensar o papel do docente nos tempos atuais em que o aluno é diferente do que ele era há poucas décadas atrás? Ou seja, os educandos já não são os mesmos e tampouco o mundo nos quais os estudantes estão imersos é parecido com antes. Há poucas alternativas ao educador, a não ser se reconfigurar para não se tornar inócuo ou mesmo deixar de existir.

Há uma mudança drástica de foco em direção a privilegiar as chamadas competências metacognitivas, habilidades interdisciplinares, transversais ou socioemocionais. Entre as características metacognitivas, destaco, a título de ilustração, aprendizagem independente, solução de problemas complexos, perseverança, autocontrole emocional e cumprimento simultâneo de multitarefas em equipe. Tais predicados são especialmente relevantes em missões envolvendo pensamento crítico, capacidade analítica, uso do método científico, comunicação, colaboração, criatividade, empreendedorismo, empatia, cordialidade, respeito e gestão da informação e de emoções. 

As capacidades acima referidas, em geral, transcendem as possibilidades e pretensões do aprendizado tradicional, majoritariamente concentrado na transmissão simples de conteúdos. Educar tem se tornado mais complexo, porque abarca o imprescindível conteúdo acadêmico, mas introduz, adicionalmente, novas exigências e perspectivas. Atitudes, comportamentos e posturas são elementos transversais presentes nos processos de aprendizagem de praticamente todas as áreas do conhecimento e em todas as suas fases.

No passado recente, a formação de um profissional estava bastante centrada na aquisição de um conjunto razoavelmente bem delimitado de conteúdos previamente estabelecidos, somado a uma série conhecida de técnicas e procedimentos. Essa formação era considerada razoavelmente suficiente para atender as demandas previsíveis de um modelo de desenvolvimento econômico predominante no século XX. Na perspectiva Fordista/Taylorista, tal profissional findava atendendo ao mercado, gerando cidadãos minimamente satisfeitos. Não mais. O mundo mudou rapidamente, os principais desafios contemporâneos apresentam ingredientes basicamente imprevisíveis.

Ingressamos em uma sociedade onde a informação está, cada vez mais, totalmente acessível, instantaneamente disponibilizada e basicamente gratuita. Tão ou mais relevante do que aquilo que foi aprendido (associado genericamente à cognição) é o amadurecimento da consciência, por parte do educando, acerca dos mecanismos segundo os quais ele melhor aprende (metacognição). Aprender a aprender passa a ser tão ou mais relevante do que simplesmente aprender. Mais relevante do que o conteúdo aprendido é a percepção acerca de como se aprende. Em um mundo de educação permanente ao longo da vida, a formação metacognitiva se constitui em um diferencial significativo na capacidade dos futuros profissionais de enfrentar os problemas que lhes serão apresentados pela sociedade contemporânea.

Explorar a metacognição vai além dos procedimentos usuais de transmissão simples do conhecimento, privilegiando a curadoria precisa e eficiente do conteúdo disponibilizado e a adoção de abordagens emancipadoras, especialmente aquelas baseadas em aprendizagem independente. Essa estratégia passa por enfatizar elementos motivacionais, incluindo atenção especial a trabalhos colaborativos (capacidade de produzir em equipe) e em aspectos interdisciplinares (habilidade de estabelecer conexões entre diversas áreas do saber), acrescidos de relevância de comportamentos como tolerância e compaixão (empatia aplicada, isto é, entender o outro por se colocar na posição do outro e agir em função disso). São também relevantes os estímulos à visão empreendedora (criativa conjugada com exequibilidade e sustentabilidade) e o especial domínio de linguagens e de plataformas digitais.

Cabe ao educador ampliar as competências e habilidades que habilitam o educando a enfrentar, sem medo, as imprevisíveis novas realidades. Preparar os docentes para explorar essas especiais capacidades é um dos maiores desafios da educação contemporânea e ainda estamos aprendendo a formar adequadamente tais professores. O drama é que temos pouco tempo e estamos atrasados. Esse educador é imprescindível imediatamente para a geração de profissionais e cidadãos aptos a colaborarem com uma sociedade mais justa e harmônica, com desenvolvimento econômico, social e ambiental sustentável.

Ronaldo Mota, Reitor da Universidade Estácio de Sá

Avaliação da Produtividade da Pesquisa 2016.2

March 2, 2017 15:05
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Desde 2010.1, a Diretoria de Pesquisa faz uso de indicadores gerados na Plataforma Lattes e realiza a avaliação da produção científica dos docentes atuantes nos seus cursos de graduação. 

Em 2016.2, foram avaliados os docentes de graduação de 42 Instituições de Ensino Superior operando em 97 campi. Este relatório acompanha a atividade de pesquisa de 10.223 docentes em 104 cursos de graduação.

A média nacional do IPPGR3 da Estácio em 2016.2 foi de 371, que corresponde a um aumento de 3,6% do IPPGR3 entre 2016.1 e 2016.2. No ano, o aumento registrado foi de 6,4%. Para acessar a Nota Técnica 41, que apresenta todos os resultados institucionais da produtividade da pesquisa, clique aqui.

Dúvidas, críticas e sugestões podem ser enviadas para o e-mail valeria.coutinho@estacio.br.

Escolha da graduação leva em conta o mercado de trabalho

February 8, 2017 11:12
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O mercado de trabalho brasileiro está cada vez mais competitivo, dinâmico e exigente. Nesta época de instabilidade e incertezas, os grupos empresariais exigem profissionais especializados e antenados com a revolução tecnológica e a globalização econômica. É neste contexto que jovens estudantes recorrem às dezenas de cursos de graduação ministrados em Sergipe. Para se ter uma ideia, somente a Universidade Federal de Sergipe (UFS) oferece mais de 100 cursos nos campi de São Cristóvão, Aracaju, Itabaiana, Laranjeiras, Lagarto e Glória.

Nesta disputa de espaço no mundo acadêmico com foco nas disputadas vagas de emprego, não é apenas a UFS que disponibiliza uma gama de cursos. As instituições de ensino particular também oferecem um amplo leque de opções. “Vou fazer Biomedicina numa faculdade particular”, afirma Marivaldo Carvalho. “Neste cenário de crise econômica, as oportunidades ficam cada vez mais escassas, aumentando a necessidade de o profissional ir em busca de lugar no mercado de trabalho”, revela.

E para permitir mais opções a quem deseja fazer uma graduação, a Universidade Federal de Sergipe a as instituições particulares têm ampliado a oferta de cursos. A Faculdade Estácio de Sergipe, por exemplo, já oferece 16 cursos presenciais e outros 47 à distância (EAD). Os mais novos são Engenharia de Produção e Biomedicina, que terão as aulas iniciadas no dia 9 de março próximo. Para se matricular em um deles o candidato deverá apresentar a nota do Enem ou fazer vestibular, que deve ser agendado. Segundo o coordenador dos Cursos de Engenharia da Estácio, professor Wilson Linhares, quem pretende fazer uma segunda graduação está isento das outras duas exigências de ingresso.

Mercado de trabalho

Na hora de escolher um curso, além da vocação, o mercado de trabalho é analisado pelo futuro graduando. “Estou fazendo Direito porque sempre foi meu grande sonho, mas considerei as opções de empregos oferecidas”, revela o acadêmico Maurício Fernandes de Moraes. Pesquisa feita pela Divisão de Tecnologia Educacional da Positivo Informática com 1.417 estudantes do segundo grau mostrou que 27,93% deles escolhem a profissão com foco no salário e no mercado de trabalho.

Oferecer cada vez mais opções de cursos também é uma preocupação da Estácio, que lança agora em 2017 duas novas graduações. O diretor da Faculdade, professor Bruno Antunes, informa que uma pesquisa mostrou que Sergipe é um mercado muito promissor para os profissionais de Engenharia de Produção e de Biomedicina. Segundo o professor Wilson Linhares, o engenheiro de produção atua na indústria, bancos, empresas de logística e nas áreas de serviço e saúde, entre várias outras. Já o biomédico pode optar por mais de 30 habilitações em áreas como pesquisa, saúde, meio ambiente, acupuntura, estética, vigilância sanitária, alimentos e docência.

Além do mercado de trabalho, outra preocupação de quem decide fazer uma graduação é com a qualidade de ensino oferecido pelas instituições. O diretor Bruno Antunes garante que neste quesito a Estácio também se destaca. “Nosso corpo docente é composto por mestres e doutores com larga experiência na preparação de futuros profissionais”. Ele ressalta ainda que o campus da Estácio em Aracaju está dotado de salas de aula climatizadas, biblioteca, área de convivência para os alunos e modernos laboratórios para a prática acadêmica e profissional.

Fonte: Jornal da Cidade – Aracajú – SE

Confira a coluna Etimologia do professor Deonísio da Silva, professor titular visitante na Universidade Estácio de Sá, publicada semanalmente na revista Caras.

February 8, 2017 11:07
Voltar Confira a coluna Etimologia do professor Deonísio da Silva, professor titular visitante na Universidade Estácio de Sá, publicada semanalmente na revista Caras.

O Decanato, do Latim decanatus, jurisdição e função do decanus, decano, é o membro mais antigo de uma instituição. Já Estado, do Latim status, pelo Francês état, é uma nação politicamente organizada, mas com vários outros significados, como em estado civil, estado de direito.

Bagaceira: de bagaço e este de baga, do Latim bacca, baga de árvore ou planta, provavelmente do mesmo étimo da Bákkhos, divindade sedutora da Trácia, região hoje partilhada pela Grécia, pela Turquia e pela Bulgária. Uma das variantes da deidade é Baco, o deus romano das vinhas e do vinho, equivalente ao deus grego Dyoniso. Designa a tulha onde é juntado o bagaço da uva. Por comparação, diz-se de uma pessoa dada a beber que é bagaceira. As palavras italianas bagatella, miudeza, coisa que vale pouco, e bagattino, antiga moeda, de pouco valor, têm o mesmo étimo de baga. A Bagaceira, de José Américo de Almeida (1887-1980), tem um triângulo amoroso violento: Dagoberto, senhor de engenho, estupra a retirante Soledade, namorada de seu filho, Lúcio.

Decanato: do Latim decanatus, jurisdição e função do decanus, decano, membro mais antigo de uma instituição. Designou na origem quem já a integrava há pelos dez anos, como indica o étimo decem, dez em Latim. Decanus, no Latim medieval, era quem comandava dez soldados, dez monges, dez bispos etc. Na astronomia egípcia, cada uma das dez seções em que se subdividia o céu. Atualmente, decanato é palavra muito utilizada por quem escreve sobre astrologia e horóscopo para referir-se ao terço de cada signo, regido por astro independente daquele que rege o signo.

Estado: do Latim status, pelo Francês état, nação politicamente organizada, mas tendo uma série de outros significados, como em estado civil, estado de direito, estado de saúde, estado de espírito etc. No primeiro sentido aparece em A Arvore de Isaías, do paranaense Fábio Campana (69), autor também do clássico O Guardador de Fantasmas: "Todas estas experiências têm em comum a perspectiva de dar solução a iodos os problemas através do Estado forte e impositivo. De Hitler a Mao, de Mussolini a Vargas, de Pinochet a Pol Pot, de Galtieri a Castro".

Faxina: do Latim fascina, feixe de ramos ou de lenha miúda, do mesmo étimo de/asc/s, feixe, depois fascium, molho, ajuntamento, no Latim medieval. Provavelmente ganhou o sentido de limpeza porque as primeiras vassouras foram feixes de ramos. Nas lides do mar, faxina designava também o grupo de grumetes, marinheiros e cabos encarregados do serviço braçal. Primeiramente navios, depois casernas, locais de trabalho, fábricas e por fim residências tornaram-se locais preferenciais de trabalho de faxineiros e faxineiras. A escritora Adriana Sydor diz, em Faxina: "Acordei cedo para tratar da limpeza da casa, entre vassoura, aspirador e espanador; repeti um milhão de vezes o mantra de como odeio ter que fazer faxina".

Guirlanda: provavelmente do antigo Germânico garnir, enfeitar, que deu a variante grinalda em Português e está presente no Italiano ghirlanda e no Francês antigo garlande. Designa coroa de flores, ramos, pérolas ou pedrarias, utilizadas para enfeite, inclusive no verso de algumas moedas, com dois ramos entrelaçados. E também adorno feminino para prender os cabelos. Lemos cm Intemperanças, antologia de Thereza Christina Rocque da Motta (59): "São rosas que me ferem,/ coroa de flores,/ guirlanda,/ urdido ninho em que postas,/braços cruzados sobre o peito".

Holandês: de Holanda, do Neerlandês Nederland, país baixo, língua falada no Nordeste do Brasil com as invasões holandesas havidas no século XVII, que resultou numa dura guerra, cujos lances decisivos foram as duas Batalhas de Guararapes, em 1648 e 1649, respectivamente, antecedidas da traição de Domingos Fernandes Calabar (1609-1635). O chefe do governo holandês no Brasil, Maurits van Nassau-Siegen, o nosso popular Maurício de Nassau (1604-1679) -Siegen foi esquecido...-, enidito e humanista, escreveu uma carta muito curiosa ao diretor da Companhia Ocidental das índias, que financiou a guerra, solicitando "legumes, morrões, tambores, cometas para chamar os soldados e acender o entusiasmo guerreiro, e também insígnias e cinturões de Unho alaranjado para estimular e discernir os soldados". Morrão, de etimologia desconhecida, é corda. A cor laranja, como hoje nos times de futebol, foi considerada indispensável para reconhecer os companheiros no campo de batalha.

Deonísio da Silva, da Academia Brasileira de Filologia e da Academia Catarinense de Letras, escritor, doutor em Letras pela USP, professor (aposentado) da UFSCar (SP), professor titular visitante na Universidade Estácio de Sá (RJ), coordena projetos na Unisul (SC) e é colunista na Rádio Bandnews, com o jornalista Ricardo Boechat. É autor de Avante, Soldados: Para Trás e de Lotte & Zweig (www.leya.com.br), publicados também no exterior, e de De Onde Vêm as Palavras, www.lexikon.com.br.

Professor Dagoberto da Silva, coordenador de pós-graduação da Estácio Amapá, dá dicas de como se manter no mercado de trabalho

February 6, 2017 18:06
Voltar Professor Dagoberto da Silva, coordenador de pós-graduação da Estácio Amapá, dá dicas de como se manter no mercado de trabalho

Com a crise econômica, política e financeira, as empresas estão a cada dia ficando menores, seja por falência ou mesmo demissões. Por isso, quando os empresários precisam escolher quem sai e quem fica, os colaboradores mais qualificados têm mais vantagens.

Dessa forma, a melhor saída é se qualificar. Hoje em dia, uma graduação só não é o suficiente para garantir vaga de emprego, por isso, é melhor não estagnar e seguir estudando para poder se posicionar no mercado de trabalho.

A publicitária, Suellen Trindade, trabalha com direção de arte e pretende aumentar sua renda financeira. Para isso, ela resolveu investir em um curso de pós-graduação em Docência do Ensino Superior. “Quero expandir meus conhecimentos e trabalhar como professora, pois com duas possibilidades de emprego posso aumentar a minha renda”, afirma Suellen.

Segundo o Coordenador de pós-graduação da Estácio no Amapá, professor Dagoberto da Silva Júnior, a qualificação é a saída para a crise. “Investir em educação de qualidade é fundamental, principalmente em momentos como estes em que ter um bom currículo faz toda a diferença na hora de se manter ou mesmo conseguir um emprego”, explica Dagoberto.

O coordenador ainda pontua que “o indivíduo deve ser flexível diante das novas oportunidades. Isso fará dele um candidato mais respeitado e desejado pelas empresas. De fato, a graduação já não basta. Em uma economia em crise e num mercado altamente competitivo, muitos estão buscando uma especialização para não ficar de fora do mercado de trabalho. Que está atento a profissionais capacitados e em época de crise isso fica ainda mais evidente”, reforça Dagoberto.

A situação faz com que empresários busquem pessoas com competências necessárias para assumir determinados cargos e desempenhar com maestria as atividades. O investimento na qualificação faz com que o profissional desenvolva e aprimore habilidades, tendo mais chances de crescimento na área em que atua e de manter a empregabilidade em período de corte de serviços.

Fonte: Diani Correa - Comunicação Estácio - Núcleo Amapá