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Apresentação

 

"Informamos o período de férias institucionais de 14 de dezembro de 2017 a 02 de janeiro de 2018."

 

“A Estácio atinge ao final de 2014 e início de 2015 um novo patamar. Além de assegurar qualidade de ensino em larga escala, um esforço adicional para institucionalização definitiva da pesquisa e da inovação são as marcas dos novos tempos. Neste contexto, a internacionalização é elemento inerente e indispensável, demandando, portanto, uma abordagem própria e uma estrutura mínima específica.

A importância da incorporação da dimensão internacional nas instituições universitárias vai além dos interesses individuais de alunos, professores e pesquisadores. Tal relevância é advinda, também, da capacidade institucional de responder às novas demandas oriundas de uma sociedade globalizada que progressivamente influencia a maneira que ensinamos e aprendemos e, desta forma, demandando novas metodologias” (Prof. Ronaldo Mota - diretor executivo da Estácio, Reitor da Universidade Estácio de Sá).

A Estácio, por meio da Diretoria de Pesquisa Aplicada (DPA), apoia, incentiva e divulga o amadurecimento e a produção técnico-científica de seus corpos docente, discente e administrativo. Neste cenário, com a importância do estimulo à internacionalização cada vez mais aparente, a DPA dispõe da Assessoria de Cooperação Internacional (ACI) . A ACI é o setor responsável para o estabelecimento de parcerias com instituições estrangeiras, para a efetivação de acordos com outros países, e para outras questões de relações internacionais que venham contribuir com a formação e o crescimento de estudantes, professores e pesquisadores.

A internacionalização da educação superior já é um fenômeno global. Uma das modalidades mais tradicionais da internacionalização universitária, a mobilidade estudantil, vem crescendo significativamente. Calcula-se que o número de estudantes beneficiados por intercâmbios internacionais dobrará, atingindo oito milhões em 2025. Este processo propicia aos estudantes acesso a uma diversidade cultural inédita. Os intercâmbios muitas vezes geram projetos permanentes e contatos duradouros, e a formação de poderosas redes de estudantes e ex-estudantes internacionais e consequente aumento do financiamento para tais atividades. Para atingir tais objetivos, instituições universitárias têm estabelecido e ampliado programas internacionais, estimulando que seus estudantes cumpram parte de sua formação fora da instituição, redefinindo muitas vezes suas missões para incluir a dimensão internacional e estabelecendo metas de recrutamento de acadêmicos internacionais, ao mesmo tempo em que desenvolve programas e práticas compatíveis com as demandas de estudantes internacionais.

Nas instituições de Ensino Superior, os instrumentos de internacionalização mais básicos são:

(a) convênios entre instituições, possibilitando colaborações acadêmico-técnico-científicas entre pesquisadores, docentes e pessoal técnico-administrativo;

(b) intercâmbio de alunos entre instituições de países diferentes, para cursar disciplinas, para realizar estágios diversos, e para outras atividades de formação e treinamento. Neste particular aspecto, alunos da Estácio participam dos Programas Santander Universidades;

(c) Intercâmbio na área científica, tecnológica e de inovação, especialmente de membros do corpo docente e técnico. Esta atividade possui expressivo potencial de possibilitar acesso a órgãos internacionais de fomento à pesquisa.