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Relatório de Autoavaliação

O Relatório de Autoavaliação tem como objetivo caracterizar o processo de autoavaliação do Centro Universitário Estácio da Bahia – Estácio FIB, no ano de 2010. A Estácio-FIB Centro Universitário Estácio da Bahia é mantida pela IREP – Sociedade de Ensino Superior, Médio e Fundamental Ltda., sendo credenciada como Centro Universitário em 18 de outubro de 2004, pela Portaria Ministerial MEC nº. 3.275. O processo de autoavaliação da IES é coordenado por sua CPA, que desempenha um importante papel no esforço da instituição para otimizar suas práticas e colaborar para a formação de profissionais competentes.  O diagnóstico elaborado pela CPA é utilizado como referência para a configuração do PDI da instituição. Por meio da identificação das fragilidades e pontos fortes relacionados às práticas e ao desempenho da IES, torna-se possível priorizar os seus investimentos. Nesse documento, é apresentada inicialmente uma síntese da autoavaliação realizada em 2010, a metodologia utilizada para o desenvolvimento dessa autoavaliação e os resultados relativos às avaliações (utilizando como referência as dimensões estabelecidas pelo SINAES). Entre os resultados apresentados, destaca-se a política de qualificação/capacitação adotada pela IES para os docentes, com resultados significativos sobre suas performances em sala de aula. Também se identificam melhorias significativas nos sistemas utilizados para registrar e divulgar informações acadêmicas da IES (informações sobre notas, faltas podem ser acessadas via internet, controle de acesso por senhas, etc.), como conseqüências de iniciativas como a implantação do sistema SIA. Entretanto, foram identificadas fragilidades no processo de atendimento presencial da IES aos discentes e em relação à disponibilidade de equipamentos audiovisuais para os docentes. Esse documento também apresenta ações desenvolvidas pela IES no ciclo anterior, bem como os planos de melhorias estabelecidos para superar fragilidades identificadas nesse processo de avaliação da IES e de seus respectivos cursos de graduação. Entre essas ações destacam-se os investimentos realizados na capacitação e adequação de seu quadro de docentes, investimentos na área de infraestrutura (aquisição de equipamentos de informática e audiovisuais e adequação de sua estrutura física), além de adequação de suas práticas de gestão (ex: reestruturação da área de atendimento aos discentes e adequação de suas práticas comerciais). O processo de autoavaliação apresentado, assim como as avaliações externas realizadas por Examinadores do MEC, confirma a coerência entre as diretrizes estabelecidas no PDI da IES e suas práticas. Entretanto, apontam para alguns desafios a serem superados para os próximos ciclos, principalmente relacionados ao atendimento de seus discentes, adequação dos laboratórios de seus cursos e adequação de seu quadro de docentes (critérios de titulação estabelecidos pelo MEC). O Relatório foi postado no sistema e-MEC e encontra-se disponível, na íntegra, na Biblioteca da IES.

Como exemplo de análise feita, destacamos a Dimensão 2: Políticas para o Ensino, Pesquisa e Extensão.

 

:: Relatório de Autoavaliação 2013

 

Considerações Finais

Os dados obtidos por meio dos questionários aplicados na pesquisa institucional (disponíveis no sistema SIA) e das avaliações realizadas pela CPA foram compilados conforme segmentos da comunidade Estácio FIB (docente, discente e funcionários) e organizados por curso, faculdade, ano e turma. Os dados sistematizados e analisados pela CPA nesse processo de autoavaliação são devolvidos aos Coordenadores de Curso e aos Diretores e disponibilizados no sistema SIA, para que sejam debatidos e analisados e sirvam de insumos para o planejamento estratégico. Essas informações também são disponibilizadas aos Conselhos de Alunos de cada curso. Finalmente, esses dados são disponibilizados para a comunidade acadêmica por meio da  Home Page da CPA e por meio de seu informativo CPAnews.

 

Como pontos fortes do processo de autoavaliação podem ser destacados:

  • O planejamento inicial da campanha;
  •  Novamente (a exemplo dos três últimos ciclos de avaliação) a meta estabelecida para a participação dos professores na pesquisa institucional foi atingida;
  • Envolvimento dos setores CAF, CAD e Bibliotecas no processo de sensibilização da comunidade acadêmica para o processo de autoavaliação;
  • Ampliação do escopo da pesquisa institucional (todos os Campi, coordenadores, etc.);
  •  Rapidez na divulgação dos resultados;
  •  Representatividade das amostras das pesquisas institucionais (2010.1 e 2010.2).

 

Fragilidades (oportunidades de melhoria) identificadas no processo de autoavaliação:

  • Nesse ciclo, voltaram a ser identificados problemas de cadastro de professores e discentes no banco de dados utilizados para o desenvolvimento das avaliações (ex: professor alocado incorretamente em um disciplina específica);
  • Necessidade de intensificar práticas de sensibilização para o processo de autoavaliação nos períodos matutino e vespertino (discentes e docentes);
  • Foram identificadas algumas dificuldades operacionais para a utilização de computadores (nos laboratórios) pelo corpo discente na pesquisa institucional.

 

De forma geral, os dados e informações coletadas durante o processo de autoavaliação da IES demonstram que existe um compromisso por parte dos gestores da IES em utilizar os resultados do processo de autoavaliação para direcionar os seus investimentos. Observa-se uma coerência entre as políticas e investimentos definidos no PDI da IES com as práticas implantadas pela mesma no último ciclo de autoavaliação (2010). Observa-se também, que a IES tem utilizado o processo de avaliação institucional como instrumento para identificar oportunidades de melhorias em suas práticas administrativas e acadêmicas. Em função desta postura, podem ser identificadas implantações de melhorias sistemáticas em função das fragilidades identificadas nos últimos ciclos de autoavaliação da IES e das últimas avaliações externas realizadas pelo INEP. A postura dos seus gestores demonstra uma preocupação constante com a qualidade dos serviços prestados pela IES e a busca pela coerência entre seu planejamento estratégico e PDI com as iniciativas e práticas administrativas e acadêmicas introduzidas na sua gestão. Tal postura consolida a articulação entre o processo de autoavaliação institucional (CPA), as avaliações externas realizadas por examinadores do MEC, o ENADE e o (re)planejamento da IES com as conseqüentes revisões necessárias em seu  PDI. O Relatório de Autoavaliação completo encontra-se disponibilizado no site do MEC (Sistema E-MEC) e na Biblioteca da ESTÁCIO FIB.